Para mim, Bruna querida, mais difícil do que realizar que a impermanência irá levar tudo, acho que é realizar que a ela nos ajuda a perceber que nada do que realizamos ou construímos é inteiramente real. E que, apesar das realidades serem múltiplas e infinitas , somente uma realidade existe: o que fomos, somos e sempre seremos para além de Maya e sua natureza impermanente. A realização da dimensão da nossa verdadeira natureza é para mim, maior desafio. Honrar a vida e o tempo dessa consciência passageira, e ao mesmo tempo permanente, me assombra .
Que seu ano, assim como o meu e o de todos nós, possa ser de descortínio da beleza e do mistério que nos habita a cada um e a todos nós
Te amo e te honro. Obrigada por escrever e dividir belezas
Marcinha querida! O que fazer com esse comentário? Imprimir e ler todos os dias? hehe Obrigada por me levar para o profundo, para o que é eterno e que dá sentido a tudo. Obrigada por estar sempre presente. Te amo e te quero sempre por perto!
Bruna, sentir a impermanência tem um misto de significados para mim. Me assusta e me encanta, sabe? Tem dias que me vejo ansiosa pelo excesso de futuro e a incapacidade de saber o que ele guarda. Tem dias que me vejo distraída e alegre de ver uma planta brotar onde antes tinha cimento. Seu texto tocou bastante aqui. E a frase do seu professor de que "a pior doença é a desesperança", abriu uma nova janela de reflexão para mim. Achei forte demais, e bem realista.
Bem, espero que em 2026 possamos viver a impermanência, sem deixar que o whatsapp ou as redes sociais nos roubem a presença.
Querida Júnnia, obrigada pela leitura e por partilhar suas percepções. Uma antiga terapeuta falava: a melhor notícia é que nada dura para sempre, e a pior notícia é que nada dura para sempre. Que a gente consiga ir lidando com essas faces da impermanência, né, querida?
Amiga linda. Já conversamos sobre esses trânsitos antes, mas digo novamente que compactou dessa vontade, do entre, onde há o movimento necessário, mas também a pausa. Num misto de esquenta e esfria, que 2026 seja um ano do novo. Viver aquilo que nossos olhos ainda não presenciaram.
Bruna, queria ter as palavras certas para te apoiar da melhor forma, mas tudo o que consigo pensar é: continue sua escrita assim, sincera, firme. E, apesar dos momentos difíceis, não perca a esperança. Sempre que precisar, estou a um e-mail de distância. Beijos!
Eu li o seu Uma oitava acima e sou pretensiosa o bastante pra considerar que entendo o que você tá falando e suspeito como você se sentiu, acho que passei por algo parecido. Quando tive alta do meu tratamento para depressão em 2017 senti como se tivesse recebido um diploma de "você é capaz de lidar com isso", mas em 2022 quando ela voltou sorrateira parecia que eu estava indo outra vez pro jardim de infância. Se antes, em 2013 eu me dediquei no tratamento, desta vez eu paguei pra ver, o que acontece se eu não fizer nada, bem, foi uma loucura, mas tá tudo sob controle agora e eu peguei um pouco de aversão a palavra esperança, afinal pelo quê se espera? Mas não, eu não me tornei uma cética, não é isso, simplesmente decidi que se não espero também não (des)espero - sacou a jogadinha? rs. Aqui é um dia de cada vez e aí, lendo este seu texto, fui assaltada pela lembrança de uma leitura que fiz há muitos anos, muitos mesmo, antes de depressão, quando era bem mais jovem e estava pronta pra dominar o mundo, trata-se de A última grande lição, de Mitch Albom, que pesquisando agora descobri até virou filme, não assisti, mas que de certa forma instalou em mim essa extensão de aceitar aquilo que não posso controlar e tentar viver o melhor que posso com o que tenho disponível. Nem sei. Um comentário-desabafo pra dizer que tá tudo bem, a vida encontra um meio e se apresenta e a gente tem que estar pronta e encarar e, enfim, sou sempre grata por ter encontrado você! bjo querida, feliz 2026!
Mo querida! Te agradeço demais por esse comentário. Por dividir algo tão íntimo, mas que ao mesmo tempo me faz perceber que não estou sozinha nestes desenganos da vida. Fiquei com vontade de ler o livro ou assistir ao filme! Já deixei anotado aqui! Agradeço demais por nosso encontro, por nossas muitas trocas, e que venha 2026 com mais aprendizados, mais arte e mais amor. Um beijo enorme
Meu Deus, Bruna, esse texto era tudo o que eu precisava ler esta semana para me trazer de volta a esperança que 2025 me roubou. Compartilhe sua jornada, se puder. Tenho certeza de que vai ajudar a mim e a muitos outros. Um ano maravilhoso para vc!
Querida Paola, fico muito feliz de saber que o texto te tocou! Obrigada pela leitura e por vir aqui comentar - da sempre um ânimo a mais para escrever e compartilhar. Não sei se você conhece, mas escrevi um livro, chama Uma Oitava Acima, e lá tem bastante da primeira parte da jornada. Acho que alguma hora vou ter que escrever o "Mais Uma Oitava Acima", hehe. Seguimos! Feliz 2026, querida
Querida Bel, este foi um dos textos que tive dúvidas sobre publicar. Fico feliz que tenha feito sentido para você! Obrigada pela leitura e por vir comentar aqui.
Esta preciosa impermanência... Bem que você diz, "que leva tudo". Que venham as transformações necessárias para nós neste ano. Obrigada pelo texto que dá vontade de chacoalhar que nem um cachorro molhado pra se secar e começar de novo.
Feliz retomada, Bruna. Não é fácil, nunca será. Coloquei colado no laptop a palavra impermanência. E tento lembrar do significado todo dia. Texto lindo, como sempre.
Querida Nadja, sim, impermanência. Uma palavra cheia de profundidade e sabedoria. Que a gente consiga sempre nos lembrar dela. Obrigada pela companhia, querida!
Para mim, Bruna querida, mais difícil do que realizar que a impermanência irá levar tudo, acho que é realizar que a ela nos ajuda a perceber que nada do que realizamos ou construímos é inteiramente real. E que, apesar das realidades serem múltiplas e infinitas , somente uma realidade existe: o que fomos, somos e sempre seremos para além de Maya e sua natureza impermanente. A realização da dimensão da nossa verdadeira natureza é para mim, maior desafio. Honrar a vida e o tempo dessa consciência passageira, e ao mesmo tempo permanente, me assombra .
Que seu ano, assim como o meu e o de todos nós, possa ser de descortínio da beleza e do mistério que nos habita a cada um e a todos nós
Te amo e te honro. Obrigada por escrever e dividir belezas
Marcinha querida! O que fazer com esse comentário? Imprimir e ler todos os dias? hehe Obrigada por me levar para o profundo, para o que é eterno e que dá sentido a tudo. Obrigada por estar sempre presente. Te amo e te quero sempre por perto!
Bruna, sentir a impermanência tem um misto de significados para mim. Me assusta e me encanta, sabe? Tem dias que me vejo ansiosa pelo excesso de futuro e a incapacidade de saber o que ele guarda. Tem dias que me vejo distraída e alegre de ver uma planta brotar onde antes tinha cimento. Seu texto tocou bastante aqui. E a frase do seu professor de que "a pior doença é a desesperança", abriu uma nova janela de reflexão para mim. Achei forte demais, e bem realista.
Bem, espero que em 2026 possamos viver a impermanência, sem deixar que o whatsapp ou as redes sociais nos roubem a presença.
Um abraço!
Querida Júnnia, obrigada pela leitura e por partilhar suas percepções. Uma antiga terapeuta falava: a melhor notícia é que nada dura para sempre, e a pior notícia é que nada dura para sempre. Que a gente consiga ir lidando com essas faces da impermanência, né, querida?
Amiga linda. Já conversamos sobre esses trânsitos antes, mas digo novamente que compactou dessa vontade, do entre, onde há o movimento necessário, mas também a pausa. Num misto de esquenta e esfria, que 2026 seja um ano do novo. Viver aquilo que nossos olhos ainda não presenciaram.
Beijos minha querida!!
Você e sua sensibilidade e suas palavras carinhosas. Agradeço por te ter na minha vida! Um beijo, querida Ana!
Totalmente recíproco minha amiga querida ✨❤️
Bruna, queria ter as palavras certas para te apoiar da melhor forma, mas tudo o que consigo pensar é: continue sua escrita assim, sincera, firme. E, apesar dos momentos difíceis, não perca a esperança. Sempre que precisar, estou a um e-mail de distância. Beijos!
Querida Luísa, você sempre carinhosa e presente! Obrigada por tanto! E adorei o e-mail de distância <3 Seguimos juntas! Um beijo carinhos
Tudo passa, Bru. A esperança na mudança é quem nos move nessa roda de sobe e desce que é a vida.
Um beijo!!!
Obrigada pela leitura, querida! É isso aí, aguardar que a vida venha e mude tudo outra vez.
Eu li o seu Uma oitava acima e sou pretensiosa o bastante pra considerar que entendo o que você tá falando e suspeito como você se sentiu, acho que passei por algo parecido. Quando tive alta do meu tratamento para depressão em 2017 senti como se tivesse recebido um diploma de "você é capaz de lidar com isso", mas em 2022 quando ela voltou sorrateira parecia que eu estava indo outra vez pro jardim de infância. Se antes, em 2013 eu me dediquei no tratamento, desta vez eu paguei pra ver, o que acontece se eu não fizer nada, bem, foi uma loucura, mas tá tudo sob controle agora e eu peguei um pouco de aversão a palavra esperança, afinal pelo quê se espera? Mas não, eu não me tornei uma cética, não é isso, simplesmente decidi que se não espero também não (des)espero - sacou a jogadinha? rs. Aqui é um dia de cada vez e aí, lendo este seu texto, fui assaltada pela lembrança de uma leitura que fiz há muitos anos, muitos mesmo, antes de depressão, quando era bem mais jovem e estava pronta pra dominar o mundo, trata-se de A última grande lição, de Mitch Albom, que pesquisando agora descobri até virou filme, não assisti, mas que de certa forma instalou em mim essa extensão de aceitar aquilo que não posso controlar e tentar viver o melhor que posso com o que tenho disponível. Nem sei. Um comentário-desabafo pra dizer que tá tudo bem, a vida encontra um meio e se apresenta e a gente tem que estar pronta e encarar e, enfim, sou sempre grata por ter encontrado você! bjo querida, feliz 2026!
Mo querida! Te agradeço demais por esse comentário. Por dividir algo tão íntimo, mas que ao mesmo tempo me faz perceber que não estou sozinha nestes desenganos da vida. Fiquei com vontade de ler o livro ou assistir ao filme! Já deixei anotado aqui! Agradeço demais por nosso encontro, por nossas muitas trocas, e que venha 2026 com mais aprendizados, mais arte e mais amor. Um beijo enorme
saudades dos seus textos minha amiga
Meu Deus, Bruna, esse texto era tudo o que eu precisava ler esta semana para me trazer de volta a esperança que 2025 me roubou. Compartilhe sua jornada, se puder. Tenho certeza de que vai ajudar a mim e a muitos outros. Um ano maravilhoso para vc!
Querida Paola, fico muito feliz de saber que o texto te tocou! Obrigada pela leitura e por vir aqui comentar - da sempre um ânimo a mais para escrever e compartilhar. Não sei se você conhece, mas escrevi um livro, chama Uma Oitava Acima, e lá tem bastante da primeira parte da jornada. Acho que alguma hora vou ter que escrever o "Mais Uma Oitava Acima", hehe. Seguimos! Feliz 2026, querida
Será que, é algum momento da vida, vamos nos telefonar para tomar um café? Obrigada pela sua escrita, Amiga!
Aguardando este café ansiosamente! Que não caia no esquecimento, pois sei que será inesquecível demais.
Seu relato me tocou, Bruna. Emociona e me provoca pensar. Obrigada por compartilhar com tanta verdade e inteireza. Um abraço 🌹
Querida Bel, este foi um dos textos que tive dúvidas sobre publicar. Fico feliz que tenha feito sentido para você! Obrigada pela leitura e por vir comentar aqui.
Esta preciosa impermanência... Bem que você diz, "que leva tudo". Que venham as transformações necessárias para nós neste ano. Obrigada pelo texto que dá vontade de chacoalhar que nem um cachorro molhado pra se secar e começar de novo.
Hehehe! Adorei a imagem do cachorro molhado, querida Surina! Obrigada pela companhia nessa caminhada da vida e das palavras escritas <3
Bruna, que incrível o seu texto. Talvez a maneira como recebemos e encaramos os diagnósticos/problemas, podem dizer muito mais do eles.
O castelo de cartas está caindo por todos os lados. A questão é: o que podemos fazer para tornar esse instante mais leve?
E você já encontrou a resposta. Tá bem aí. Obrigada por compartilhar sua história com a gente! Sua forma de elaborar as coisas é muito bonita!
Querida Raisa, agradeço novamente pela leitura e pela companhia nas elaborações e nas escritas!
Feliz retomada, Bruna. Não é fácil, nunca será. Coloquei colado no laptop a palavra impermanência. E tento lembrar do significado todo dia. Texto lindo, como sempre.
Querida Nadja, sim, impermanência. Uma palavra cheia de profundidade e sabedoria. Que a gente consiga sempre nos lembrar dela. Obrigada pela companhia, querida!
imagino que não seja nada fácil receber um diagnóstico tão duro, mas - com toda certeza - a nossa atitude diante das adversidades faz muita diferença.
É a única parte que nos cabe, né, pedro? Obrigada pela leitura!