Parei em várias partes do texto. Parei na parte em que vc falou de um momento em que achou que, se descobrisse/curasse um trauma, estaria resolvido. Também já pensei assim. Vivia “me curando” dos traumas e me perguntando se, um dia, estaria curada de vez. Então, ouvi um podcast com um especialista em trauma famoso que falou exatamente o que eu estava começando a achar: ele ainda se trabalhava todos os dias e que as situações mais graves fazem parte de nós e não desaparecerão. Não há cura definitiva. Mas a gente melhora com a consciência e com o trabalho interno. Ufa. Então, hoje, aprendo a respirar e receber com paciência e consciência as emoções que sei q são lá de trás, da minha história. Sem ficar procurando a linha de chegada. Acho que isso ressoa com o que vc escreveu tão lindamente 🙌🏻🙏🏻 Obrigada!
Eugenia, querida, fico feliz de saber que se identificou com o texto. As vezes fico tão em dúvida sobre postar ou não... então, é importante saber disso! E seu comentário também falou com meu lado humano, me lembrando que não estou sozinha nessas indagações todas 🤍
Bruna, querida, se fechar os olhos, consigo ver nosso encontro, lá 2017, quando você compartilhou o momento que estava vivendo. Me lembro de meus olhos marejados e em busca das melhores palavras para te dizer. Essa vida peralta, acaba - ainda que nos tirando do "prumo" - dando um jeito em tudo, e ajeitando as rotas. Adorei seu texto sobre o tempo, que bom que veio em tempo breve! <3
Carlinha querida! Sou muito sortuda mesmo! Apesar de todos os desafios, sempre estive cercada de pessoas amorosas e isso não tem valor! Obrigada pela leitura e companhia literária! hehe Um beijo carinhoso
Como é difícil o processo de mudança e adaptação. E essa coisa de achar que estamos no controle de tudo. Sempre bastante relativo mesmo. Muito bom ler o seu relato. Obrigado pela menção, Bruna!
Psicólogo Rodrigo, bem que poderia ter uma solução infalível, segura e permanente! haha! Mas enquanto isso não acontece, a gente vai tentando dar algum sentido a essa loucura que é viver! PS. acabei não comentando no seu texto, mas nesse tempo desafiador do último ano escutei que voltaram à terapia por minha causa... pelo menos, estou fazendo a minha parte, não para "me livrar", claro, mas para "ser melhor"(?) - aff, que assunto difícil.
Ser um causador de terapia pra alguém pode ser motivo de alegria, tá vendo? Acho que tem momento pra tudo, inclusive pra querer se livrar. Estou nesse momento.
Que aprendizado e que texto mais lindo, minha amiga! Sim, leva tempo e a gente tem pressa de viver, de querer as coisas para ontem. Você sabe que a minha ruptura também ocorreu em 2017, ano que decidi enxergar a vida de outra forma. E desde então, tanta coisa aconteceu. Já caí e me levantei diversas vezes e imagino o quanto todo esse processo deve ter sido difícil para você também. Mas estamos aqui, Bru. Vamos em frente. Um abraço apertado.
Recebo seu abraço e seu carinho, Lu! E achei simbólico seu movimento também ter acontecido em 2017. Acho que astrologicamente se abrem portais para essas transformações - alguns embarcam, outros não. E fico feliz que saber que não estou sozinha nestes movimentos de altos e baixos da vida. Seguimos, querida amiga!
Sabe que eu também gosto muito de ler biografias e imaginar que nos momentos difíceis aquelas pessoas não tinham a noção completa da linha do tempo que temos hoje. Então elas não sabiam qual passo seria a dor fundamental ou risco que mudaria tudo e mesmo assim elas contiuavam caminhando e insistindo, porque não havia outro jeito.
É como você disse, se não somos nós a escolher o caminho, é a vida que nos coloca lá.
Sempre penso nisso, Leila! Não sabemos o tamanho do que estamos vivendo até que o tempo passe e nos dê alguma pista. Confiar é uma escolha, mas pra mim é a escolha que tem feito sentido. Obrigada pela leitura e pela partilha!
Parei em várias partes do texto. Parei na parte em que vc falou de um momento em que achou que, se descobrisse/curasse um trauma, estaria resolvido. Também já pensei assim. Vivia “me curando” dos traumas e me perguntando se, um dia, estaria curada de vez. Então, ouvi um podcast com um especialista em trauma famoso que falou exatamente o que eu estava começando a achar: ele ainda se trabalhava todos os dias e que as situações mais graves fazem parte de nós e não desaparecerão. Não há cura definitiva. Mas a gente melhora com a consciência e com o trabalho interno. Ufa. Então, hoje, aprendo a respirar e receber com paciência e consciência as emoções que sei q são lá de trás, da minha história. Sem ficar procurando a linha de chegada. Acho que isso ressoa com o que vc escreveu tão lindamente 🙌🏻🙏🏻 Obrigada!
Eugenia, querida, fico feliz de saber que se identificou com o texto. As vezes fico tão em dúvida sobre postar ou não... então, é importante saber disso! E seu comentário também falou com meu lado humano, me lembrando que não estou sozinha nessas indagações todas 🤍
Eu sempre faço birra diante do desconforto da mudança, é ótimo! Eecomendo. kkk Um abraço!
Adorei a dica 😅
Bruna, querida, se fechar os olhos, consigo ver nosso encontro, lá 2017, quando você compartilhou o momento que estava vivendo. Me lembro de meus olhos marejados e em busca das melhores palavras para te dizer. Essa vida peralta, acaba - ainda que nos tirando do "prumo" - dando um jeito em tudo, e ajeitando as rotas. Adorei seu texto sobre o tempo, que bom que veio em tempo breve! <3
Carlinha querida! Sou muito sortuda mesmo! Apesar de todos os desafios, sempre estive cercada de pessoas amorosas e isso não tem valor! Obrigada pela leitura e companhia literária! hehe Um beijo carinhoso
Como é difícil o processo de mudança e adaptação. E essa coisa de achar que estamos no controle de tudo. Sempre bastante relativo mesmo. Muito bom ler o seu relato. Obrigado pela menção, Bruna!
Psicólogo Rodrigo, bem que poderia ter uma solução infalível, segura e permanente! haha! Mas enquanto isso não acontece, a gente vai tentando dar algum sentido a essa loucura que é viver! PS. acabei não comentando no seu texto, mas nesse tempo desafiador do último ano escutei que voltaram à terapia por minha causa... pelo menos, estou fazendo a minha parte, não para "me livrar", claro, mas para "ser melhor"(?) - aff, que assunto difícil.
Ser um causador de terapia pra alguém pode ser motivo de alegria, tá vendo? Acho que tem momento pra tudo, inclusive pra querer se livrar. Estou nesse momento.
Me sinto mais aliviado agora, Rodrigo 😅
Que aprendizado e que texto mais lindo, minha amiga! Sim, leva tempo e a gente tem pressa de viver, de querer as coisas para ontem. Você sabe que a minha ruptura também ocorreu em 2017, ano que decidi enxergar a vida de outra forma. E desde então, tanta coisa aconteceu. Já caí e me levantei diversas vezes e imagino o quanto todo esse processo deve ter sido difícil para você também. Mas estamos aqui, Bru. Vamos em frente. Um abraço apertado.
Recebo seu abraço e seu carinho, Lu! E achei simbólico seu movimento também ter acontecido em 2017. Acho que astrologicamente se abrem portais para essas transformações - alguns embarcam, outros não. E fico feliz que saber que não estou sozinha nestes movimentos de altos e baixos da vida. Seguimos, querida amiga!
Sabe que eu também gosto muito de ler biografias e imaginar que nos momentos difíceis aquelas pessoas não tinham a noção completa da linha do tempo que temos hoje. Então elas não sabiam qual passo seria a dor fundamental ou risco que mudaria tudo e mesmo assim elas contiuavam caminhando e insistindo, porque não havia outro jeito.
É como você disse, se não somos nós a escolher o caminho, é a vida que nos coloca lá.
Sempre penso nisso, Leila! Não sabemos o tamanho do que estamos vivendo até que o tempo passe e nos dê alguma pista. Confiar é uma escolha, mas pra mim é a escolha que tem feito sentido. Obrigada pela leitura e pela partilha!
sempre um bálsamo te ler, amiga querida 🤍✨
Aguardando nosso café, pois sei que tenho muito o que aprender com você também, querida nath! Um beijo carinhoso
profundo amiga 🫶🏾
Pra variar! rsrs
Salve, Bruna!
<3
❤ ❤ ❤